21 de março de 2009

A noite-sala


A sala foi dormir
O tapete logo se esparramou
O sofá tratou de empurrá-lo:
-Ora, saia daqui descarado.
O criado mudo ficou assustado e logo a luz em cima dele se acendeu.
Clareou a almofada que logo fez na parede um mostro com armadura e cajado.
A televisão se desligou e o armário se fechou, a cortinha ao contrário de todo mundo se abriu e a janela curiosa os vidros ringiu.
Derrepente naquela noite agitada a tomada muito indignada se embalou, acendeu a luz e a festa começou.



5 comentários:

Alamanda disse...

Duas palavras e um mundo se cria em sua cabeça...

Tiago disse...

Imagine se forem mil que turbilhão.
É digno de texto ou canção.

Rafael disse...

bacana esse texto hein? :)

Daniel Ribeiro disse...

Não me elmbro mais como cheguei aqui, mas venho sempre. VOu linkar no meu blogue, daí o caminho fica mais fácil.
danielribeiroescreve.zip.net

abs
Daniel

Tiago disse...

Rafael que bom que tenha gostado.
Espero sempre ter estes elogios por aqui.
Abraço

Daniel, obrigado cara pelo apoio!
Volte sempre!